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domingo, 12 de abril de 2009

Filminho 2009!

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Vídeo de lançamento e primeiro olhar para a imagem da nova edição
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quarta-feira, 11 de março de 2009

Mostra de Ficção Portuguesa no Verbum

Por onde anda o cinema luso actualmente?



A resposta a esta pergunta será dada nas seis sessões da Mostra de Ficção Portuguesa que terá lugar, nos dias 11, 18, 25 de Março e 1 e 8 de Abril, no Museu Verbum, em Vigo. A proposta de André Martins, coordenador desta Mostra e director do Filminho – Festa do Cinema Galego e Português, passa por não se concentrar num só estilo, mas sim em opções emergentes.
Na Mostra estão representados, por um lado, os autores internacionais protegidos pelos grandes festivais europeus, tais como Manoel de Oliveira e, por outro, autores com um prestígio crescente, como é o caso de Pedro Costa.
Outro autor português em destaque é Rodrigo Areias, que marcará a presença da produção independente e apresentará a sua longa-metragem, Tebas, já exibido em festivais como o Fantasporto.
Goodnight Irene é um filme de produção portuguesa que recolhe o olhar dum realizador não-português, Paolo Marinou Blanco. Estas intromissões resultaram já em obras tão tipicamente portuguesas como Lisbon Story, de Win Wenders, ou Pai e Filho, de Sokurov.
A primeira sessão ficará ainda reservada às curtas-metragens. Portugal exibirá trunfos muito fortes, por exemplo, com História Trágica com Final Feliz, o filme português mais premiado de sempre. “De resto, é também nas curtas, dentro do género da animação, que se marca o maior campo de homogeneidade entre Portugal e Galiza, devido à qualidade e representação internacional das obras de ambas as beiras do Minho”, afirma André Martins.
Este é o primeiro evento de uma série de iniciativas que o Filminho – Festa do Cinema Galego e Português irá promover até ao dia 23 de Julho, data que marca o início da edição de 2009 deste festival. Um dos objectivos desta organização é, pois, incentivar a exportação do cinema português e fortalecer a actividade do Filminho na Galiza.

MAIS INFORMAÇÕES:

Contactar:
Filipa Ribeiro
filipa.filminho@gmail.com
96 277 82 58 /91 093 49 84
Ou
info@filminho.com
Ou
Raquel Noriega
raquel.verbum@iservicesmail.com

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Os filmes premiados no Filminho 2008 atópanse dentro das mellores curtametraxes españolas do ano segundo Cahiers du Cinema-España


No número de xaneiro da revista Cahiers du Cinema-España acaba de facer unha escolma das mellores curtametraxes españolas. Entre os filmes reseñados están os dous filmes que resultaron gañadores no Filminho, na Festa do Audiovisual Galego e Portugués, concretamente “O cazador”, de Angel Santos e “París # 1”, de Oliver Laxe. O artigo “Diagnóstico del cortometraje español” esta asinado polos críticos de cinema Carlos Reviriego, Gonzalo de Pedro e Jara Yáñez.

O ano 2008 no audiovisual galego houbo unha especial converxencia no Filminho, na Festa do Audiovisual Galego e Portugués celebrado conxuntamente entre Vila Nova de Cerveira e Goián. A edición do 2008 rachou coas suposicións e estigmas sobre as cinematografías do occidente peninsular. Un encontro no que se viu o despuntar de dous cineastas chamados a servir de refente no futuro próximo do audiovisual galego: Ángel Santos e Oliver Laxe.

Segundo o nº 19 da revista Cahiers du Cinema-España (pp. 66-68) “O cazador de Angel Santos, se abre en canal y pode al descubierto el entramado de una adaptación a la pantalla del relato homónimo de Chéjov, desde su lectura a su representación, en un sobrio ejercicio de invención creativa que bajo su aparente sencillez oculta varias capas de lectura. Así, esta pequeña joya atrapa las fases de transformación de una historia desde que es papel hasta que es imagen”.

Mentres da de Laxe se di: “”El empeño del documental en desintegrarse e impregnar (o impregnarse de) otras formas cinematográficas, lo hacen evidente trabajos más extremos, como Paris # 1, de Oliver Laxe, que recurre al rodaje en 16 mm como camino para una particular arqueología experimental sobre el tiempo y el paisaje gallego amenazado por la escura sombra del fuego devastador”.

O Filminho viu conseguido os obxectivos da súa primeira edición, por un lado servir de encontro entre o audiovisual galego e portugués e, por outro, dar a coñecer novos talentos do audiovisual e obras arriscadas artisticamente afastadas dos convencionalismos e concesións. O segundo punto da súa proposta viuse totalmente avalado e ratificado con esta consideración crítica.

A organización do Filminho tamén quere amosar a súa decepción ante o escaso apoio que recibiron estas obras e os seus autores de outros eventos cinematográficos, medios, institucións e público galego en xeral ao non facerse eco das excelencias destas producións que puxeron a Galiza na vangarda do estado español.

Segundo o seu programador galego do festival, Xurxo González: “As obras de Santos e Laxe son os piares de talento máis representativos da historia do cinema galego. Estes directores, como algún outro (Peque Varela, Alberte Pagán, Lara Bacelo), teñen que atopar urxentemente un oco dentro do audiovisual galego, porque nas máns desta xente ao audiovisual galego vaille a vida”.